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Linguagista

«Parlapié/parlapiê»

Conversa fiada

 

      «O facilitador Relvas partiu para tomar posse como alto-comissário da Casa Olímpica da Língua Portuguesa no Brasil, um daqueles títulos ridículos que servem de penacho aos lobistas profissionais, para continuar a olear relações dentro do seu triângulo favorito — Portugal-Angola-Brasil. Muita saúde e água de coco para ele. E nós por cá fomos passando excelentemente sem a sua pessoa, com um novo ministro que tinha um pouco mais do que parlapiê, e tentando não pensar demasiado no passado em comum de Miguel Relvas com Pedro Passos Coelho e em todas as Tecnoformas desta vida» («O mistério Relvas», João Miguel Tavares, Público, 25.02.2014, p. 44).

    Não está, pelo que vi, em nenhum dicionário, nem nos mais conspícuos nem nos outros. Vê-se das duas formas — parlapié e parlapiê —, mas talvez mais a primeira. Parece ser termo com poucas décadas.

 

[Texto 4128]

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