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Linguagista

Pequenas diferenças

A mesma saída

 

      «“O ‘Brexit’ já aconteceu, psicologicamente, por causa da votação e porque o Reino Unido se tornou refém das ambições de uns quantos políticos”, declarou a Presidente da Lituânia, Dalia Grybauskaite» («O dia em que Tsipras consolou Cameron pelo “Brexit”», Clara Barata, Público, 29.06.2016, p. 22).

      Entre aspas e com maiúscula inicial? Não me parece. A maiúscula até é defensável, mas não entre aspas. Prefiro como o Diário de Notícias o grafa: «São muitas as sombras de reputação que o tingem, mas quando o brexit soprou violentamente sobre a bolsa espanhola, os eleitores correram para junto do seu regaço, rasgando sondagens que não tinham em conta o sismo britânico de dia 23» («A montanha Rajoy», Viriato Soromenho-Marques, Diário de Notícias, 28.06.2016, p. 2).

 

[Texto 6919]

2 comentários

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    Anónimo 29.06.2016 22:58


    Parece um tanto apressado. O termo é ditado por um contexto histórico que não se repetirá, pelo menos com as mesmas personagens. Terá curso enquanto a discussão durar. Esgotada, deixará de ter utilidade, mesmo que, pelo fenómeno de macaqueação, se transforme aquele «exit» numa espécie de sufixo a usar se outros seguirem a G.B. ou quando se trate do abandono de uma instituição por algum membro seu. Em qualquer caso, também essas seriam situações episódicas. Enchumaçar os dicionários com termos efémeros, não parece avisado. 
      
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