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Linguagista

«Polling station»

Assim se vê

 

      José Rodrigues dos Santos, ontem, em directo de Londres: «Nós estamos, de resto, junto a uma estação de votos e podem ver o tipo de afluência que nós estamos a ter, não é intensa, não há filas, como se pode constatar, mas vai pingando, algumas pessoas vão aparecendo para votar neste dia de referendo» (RTP1, 23.06.2016). Cinco minutos imersos noutra língua, e já não dizem coisa com coisa.

 

[Texto 6904]

3 comentários

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    Helder Guégués 25.06.2016 07:37

    O nome não é esse nem aí nem aqui. Em Portugal, ao local onde o eleitor vota dá-se o nome de assembleia de voto. O compartimento reservado onde cada eleitor vota é que tem o nome de cabina de voto.
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    Paulo Araujo 25.06.2016 15:36

    No Brasil, o local onde o eleitor vota é oficialmente denominado Seção Eleitoral, componente de uma Zona Eleitoral, subordinada a um Tribunal Regional Eleitoral. E o local onde fica a urna eletrônica é a cabine de votação. Cabine chegou à variante do léxico brasileiro no século XX e não se julgou necessário trocar o 'e' por 'a'. Os puristas antigalicistas criticam, mas a língua faz o povo a faz, queiramos ou não. Ou fá-la o povo, conforme as novas falas planaltinas pós-impeachment; ou na tmese mais erudita: a língua, fá-la-emos.
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