Provérbios deturpados

Escrever, e depois ler e reler

 

      Hoje é festa litúrgica de Santo Olegário, um dos patronos dos caçadores. Cá está ele de pontifical e uma lebre morta deposta a seus pés. Sim, um dos, porque, por exemplo, São Conrado também é patrono dos caçadores. Estes bem precisam, ultimamente pela falta de caça e sempre pelos tiros perdidos (em todos os sentidos). Ah, mas não era isto que eu queria dizer, isto é para o outro blogue. Mas já aqui está, fica.

      «Diz-se que aquilo que os olhos não vêem, o coração não sente. Sabedoria popular sem fundamentação científica, mas na qual todos reconhecem um fundo de verdade» («Seca. Vacas magras e plantações perdidas. O que falta para a cidade olhar para o campo?», Teresa Abecasis, Rádio Renascença, 6.03.2018, 7h00). Não diz nada, Teresa Abecasis. Pelo menos não se diz dessa maneira. Diz-se «olhos que não vêem, coração que não sente». A fazer texto, vídeo e fotografia, atrapalhou-se.

 

[Texto 8866]

Helder Guégués às 09:01 | comentar | favorito
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