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Linguagista

«Quando mais não seja»

Ele merece

 

      «Tom Wolfe inaugurara a sua época do romance com o referido A Fogueira das Vaidades, que classificava de “o grande desafio” um entre os poucos títulos traduzidos em Portugal. É com este romance que a aura do escritor desliza para o grande “fotógrafo” da América dos anos 80. Uma receita tão bem-sucedida e a que nunca mais conseguirá fugir, quanto mais não seja porque desde o início da carreira o seu objetivo era fixar o modo de vida americano» («Tom Wolfe, o escritor que perdeu a alma em 1996», João Céu e Silva, Diário de Notícias, 16.05.2018, p. 26).

      Temos de dizer a João Céu e Silva que não é assim, está errado. Mas quase acertava: quando mais não seja, isto é, quando por outra coisa não for.

 

[Texto 9231]

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