«Quer levar-nos a todos»

Então não é?

 

      «– O futuro a Deus pertence. Ele decidirá – depois, com um sentido mais clínico, rematou a conversa: – A “espanhola” quer levar-nos todos para o cemitério, Alice» (Mataram o Sidónio!, Francisco Moita Flores. Revisão de Ayala Monteiro. Lisboa: Leya, 2010, p. 9).

      As aspas, as aspas... Bem, mas estamos aqui por outro motivo: com todo/todos (e outros pronomes indefinidos), não se costuma usar o complemento directo regido da preposição a? «A espanhola quer levar-nos a todos para o cemitério, Alice.»

 

[Texto 8286]

Helder Guégués às 18:36 | favorito
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