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Linguagista

«Rainha Ana»

Aqui não há desculpa

 

 

   «Viu a mesa Queen Anne de madeira lavrada, coberta pela toalha de renda bordada da tia Rebecca, a transbordar de iguarias» (Morte na Aldeia, Caroline Graham. Tradução de Mário Dias Correia. Alfragide: Asa II, 2013, p. 11).

    Não é obsessão minha, mas, francamente, que tem de especial para não se traduzir, pode saber-se? Não estou só nesta opinião: «Era uma casinha estilo rainha Ana encantadora, bastante próxima da estrada, mas por trás tinha um jardim com uma horta murada – maior do que queríamos – e, por baixo disso, aquilo que Max sempre considerara ideal: prados que se estendiam até ao rio» (Autobiografia, Agatha Christie. Tradução de Elsa T. S. Vieira. Alfragide: Edições Asa II, 2011, p. 509).

 

  [Texto 3875]

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