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Linguagista

Regência de «consentir»

Dupla regência

 

      «[A Europa] Consentiu em ser apenas o eco precioso de expressões alheias, esquecido de que não é possível manter uma identidade singular por procuração» (Diário, Vols. XII a XVI, Miguel Torga. Alfragide: Publicações Dom Quixote, 2011, 5.ª ed., p. 74).

      Como pode ver, J. M., o verbo «consentir» admite duas construções: «consentir algo» e «consentir em».

 

[Texto 6494]

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