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Linguagista

«Sem dizer água vai»

Sem aviso

 

 

      «Sem dizer água vai, virei a mesa de pernas para o ar, e atirei-me a ele» (A Criação do Mundo, Miguel Torga. Alfragide: Publicações Dom Quixote, 2013, p. 174). É claro que é assim que se escreve e não «sem dizer água-vai», como podemos ler nas Charlas sobre a Língua Portuguesa, de Cristóvão de Aguiar.

 

[Texto 4928]

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