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Linguagista

Sobre a Guiné Equatorial na CPLP

Ora tomem

 

 

      «O diário estatal [de Angola] assevera que esta oposição “revela uma contradição insanável eivada de ignorância e uma tendência inquietante para criar um apartheid nas relações internacionais”. O matutino considera a pena de morte um argumento “muito débil”, tendo em conta que nos EUA se “executam todos os dias condenados à pena capital”. Nem a questão da língua portuguesa escapou ao ataque do Jornal de Angola, que acusa as “elites estrábicas” de nem terem sido “capazes de a defender” do Acordo Ortográfico. O jornal lembra a povoação das ilhas de Fernando Pó e Ano Bom, por escravos angolanos, e garante que ali “há um tesouro da lusofonia: fala-se crioulo que tem por base o português arcaico”» («CPLP não impôs prazo de abolição da pena de morte», Valentina Marcelino, Diário de Notícias, 25.07.2014, p. 10).

 

[Texto 4866]