Sobre «estória»

Ah, foste tu

 

      «O seu texto [Grande Sertão: Veredas] é o registo da fala de um só locutor, sem palavras directas do interlocutor; essa técnica lembra a estória (arcaísmo que Rosa recuperou para opor a ficção à história) “O espelho”, ou “Antiperipleia”, mas sobretudo “Meu tio o Iauaretê”, escrito, note-se, em 1955» («Grande Sertão: Veredas, grande romance», Arnaldo Saraiva, Público, 26.10.2014, p. 63).

      Não faz falta, bem sabemos, mas fica bem numa obra-obra, «o mais genial romance em português», chama-lhe Arnaldo Saraiva. Vamos ver como saiu a edição fac-similada que o Público traz (+ 5,95 euros) na próxima terça-feira.

 

[Texto 5185]

Helder Guégués às 20:30 | favorito
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