Sobre «jihadista»

Quando o devem usar, não usam

 

 

      «As informações são ainda mais escassas sobre Falluja, a 60 quilómetros de Bagdad, tomada na mesma data por uma aliança que integra milícias sunitas que se rebelaram contra o Governo e jihadistas como o Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL). Foi a primeira vez, desde a insurreição que se seguiu à invasão americana de 2003, que os rebeldes, alguns suspeitos de ligações à Al-Qaeda, ousaram reclamar o controlo de cidades, num desafio ao Governo, nas mãos da maioria xiita» («Exército iraquiano põe em marcha ofensiva para reconquistar Falluja», Ana Fonseca Pereira, Público, 4.02.2014, p. 22).

    Cara Ana Fonseca Pereira: se está aportuguesado, é português, não precisa de itálico nem de aspas.

 

 [Texto 3982] 

Helder Guégués às 07:25 | favorito