«Sob/sobre», de novo

Ironia ou parvoíce?

 

 

      «Na prática, só falta o próprio Eng. Sócrates admitir que duplicar a dívida pública em meia dúzia de anos e colocar Portugal na dependência desesperada do exterior durante as próximas duas dúzias não foi uma proeza admirável ou, como ele repetia sempre que espirrava, um “momento histórico”. Aí sim, será altura de colocar o homem sob o pedestal da posteridade» («Futebol: uma confissão de ignorância», Alberto Gonçalves, Diário de Notícias, 29.06.2014, p. 47).

 

[Texto 4777]

Helder Guégués às 08:34 | comentar | favorito
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