«Stencil, site, graffito»...

Era só continuarem

 

 

      «Há mais Banksy nas ruas. A imagem de um novo stencil foi colocada no site do artista de rua e assim é oficial: a pintura de dois amantes que se abraçam, enquanto olham para os telemóveis é de Banksy. Já lhe chamam Mobile Lovers. O graffito mostra um par que, ao mesmo tempo que se abraça, num gesto de carinho, olha para o ecrã dos telemóveis, um nas costas do outro. Na pintura escura, a luz que ilumina as caras do homem e da mulher e que é o único ponto de luz do graffito vem dos ecrãs dos telemóveis» («Mobile Lovers é o novo graffito de Banksy», Catarina Moura, Público, 15.04.2014, p. 30).

      Stencil, site, graffito... Na verdade, nem sempre eles escrevem assim, mas não há ninguém a velar. «Depois de, na terça-feira, a estátua do Marquês de Pombal ter “acordado” com um grafito com a frase “Reservado SLB”, assinada pela claque do clube benfiquista No Name Boys e Casal Ventoso, António Costa apelou para que o incidente não se repita» («António Costa apela ao civismo dos adeptos do Benfica», Público, 2.05.2013, p. 41). «É este percurso com cheiro a “spray” que lhe damos conta na edição da Fugas de hoje (e a estêncil, já agora, uma palavra que, confesso, desconhecia que já estava aportuguesada)» («A nova face do East End», Sandra Silva Costa, «Fugas»/Público, 22.08.2009, p. 3).

 

[Texto 4397] 

Helder Guégués às 08:43 | comentar | favorito
Etiquetas: