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Linguagista

A abreviatura FFAA, de novo

Mas pensem nisto de novo

 

      Sabiam que um texto meu sobre a abreviatura de Forças Armadas é o mais lido de todo o blogue? Pois é, parece mentira. Nele, defendia e argumentava que só pode ser FFAA. Passaram os anos e poucas vezes vejo a abreviatura correcta, mas aconteceu agora: «Se quisermos perceber o conflito em torno da pretendida reforma da Estrutura Superior das Forças Armadas (FFAA), que opõe militares de alta patente ao governo e a uma novel ad hoc aliança parlamentar PS-PSD-CDS, é inútil perder tempo com a ofensiva acusação de que os altos quadros das nossas FFAA recusam o primado constitucional do poder político democrático na definição e condução da política de Defesa» («Lógica política e gramática militar», Viriato Soromenho-Marques, Diário de Notícias, 3.07.2021, p. 10).

 

[Texto 15 294]

O que se diz por aí

Também parece mentira

 

      «O pivô do ‘Jornal da 8’ José Alberto Carvalho cometeu uma gaffe quando na passada 5ª feira fez um trocadilho com “voz” e “avós” para assinalar o Dia da Voz. “Que a voz nunca nos falte, como bem nos lembra o Hino Nacional quando menciona os nossos egrégios [que significa distinto, ilustre, insigne ou nobre] avós”, disse. A expressão refere-se aos nossos ilustres antepassados e não ao nosso aparelho fonador (voz). A gaffe surge numa semana em que a informação da TVI esteve debaixo de fogo devido a uma reportagem que referia que a população do Norte é “menos educada, mais pobre e envelhecida”» («José Alberto de Carvalho. Jornalista comete gaffe», «Vidas»/Correio da Manhã, 18.04.2020, p. 57). (Mas, meus meninos, é 5.ª-feira — habituem-se a fazer tudo como deve ser.)

 

[Texto 13 168]