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Linguagista

Pró-reitor e vice-reitor

Com uma pergunta

 

      «O Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, deu posse à comissão que criou para escrever em livro a história da luta armada pela libertação do país a partir de factos que tenham ocorrido também nos outros países. A comissão multidisciplinar é liderada pela professora Artemisa Candé Monteiro, pró-reitora numa universidade brasileira, e integrada pelo antigo chefe da diplomacia guineense, João José “Huco” Monteiro e ainda pelos pesquisadores Carlos Cardoso, Rui Semedo, Julião Soares Sousa e João Paulo Pinto Có» («PR guineense dá posse a comissão para escrever história da luta de libertação nacional», Observador, 25.04.2022, 19h44). A Porto Editora é que, no Dicionário da Língua Portuguesa, se limita a remeter de pró-reitor para vice-reitor: «professor que substitui o reitor nas suas faltas». Eu é que duvido, claro. É a minha função. Como se lê num estêncil em algumas paredes em Cascais: «Duvido, portanto, existo.» Também à boa maneira filosófica, respondo com uma pergunta: então, se significam o mesmo, porque é que a Universidade de Aveiro, por exemplo, tem vice-reitores e pró-reitores?

 

[Texto 16 227]

Como não se deve falar

Nem escrever

 

      Na segunda-feira, eram 17h38, José Germano de Sousa, administrador dos Laboratórios Germano de Sousa, veio dizer: «Nós continuamos sobre ataque, não é? Não foi uma nuvem que passou.» E pronto, é isto, é assim que NÃO se fala.

 

[Texto 15 994]