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Linguagista

Vamos inventar qualquer coisa (parva)

C, Chega

 

      «Em 18 de setembro, a proposta foi aprovada pelo parlamento, com os votos contra de BE, PCP, CDS-PP, PEV, IL, CH e deputada Joacine Katar Moreira, a abstenção de PSD e deputada Cristina Rodrigues, e os votos a favor de PS e PAN» («Aprovado arrendamento forçado de terras em “situações de inércia dos proprietários”», Rádio Renascença, 30.04.2021, 14h25).

      Só com uma letra, nunca deixa de ser equívoco — mas inventar isto? É a nossa Confederação Helvética. Entretanto, um problema semelhante foi resolvido, quando o antigo jornal i passou a chamar-se Inevitável. Melhorou — o título, porque há muito que o não leio. A mudança era inevitável, e agora passou a ser citável.

 

[Texto 15 053]

O que se diz por aí

Prove

 

      «O que eu estou a dizer é que, para mim, e para os dicionários também, se quiser, nostalgia tem um espectro mais alargado [do que saudade]», afirmou, com toda a convicção, Júlio Machado Vaz na última emissão do programa O Amor É... Então, a teoria de Júlio Machado Vaz — que afirmou, como se vê, ver corroborada nos dicionários, só não disse quais — é a de que a nostalgia tanto é em relação ao passado como ao futuro. Assim, eu tanto posso sentir nostalgia das tardes que passava com a minha namorada Ana Sofia, como das sessões telepáticas com pessoas de todo o mundo, graças a chips implantados no cérebro, que terei no ano 2065. Está bem, está...

 

[Texto 14 942]