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Linguagista

Esta língua...

Agora mudávamos tudo

 

      «A escritora [Paulina Chiziane] afirma que “a língua portuguesa que falamos hoje precisa de ser mais democratizada, precisa de ser mais humanizada. Há uma série de vestígios coloniais que estão dentro do livro que precisam de ser lavados, retirados até”. Mas também “o sexismo e vestígios de racismo”. Sobre o primeiro ponto, dá um exemplo prático: “a palavra herói: é um ‘homem considerado de elevada valentia, venceu batalhas’; ‘heroína, uma mulher de extraordinária beleza’. Quando li aquilo, pensei: ‘alguma coisa aqui não está bem!’» («“É preciso libertar os dicionários, o Portugal de hoje não é o mesmo de ontem”», Ricardo Alexandre, TSF, 14.05.2022, 11h25). Tantos defeitos tem esta língua... E onde leu isso, em que dicionário, sobre a palavra «heroína», pode saber-se? Ah, não vamos enfiar a carapuça.

 

[Texto 16 317]

Coisas estranhas

Preocupante, tudo isto

 

      Coisas estranhas? A forma como, num noticiário da semana passada, um jornalista da Rádio Observador pronunciou o nome da província moçambicana de Tete. Como se fosse um queijo de cabra fresco da Tété. Preocupante, tudo isto.

 

[Texto 15 954]