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Linguagista

Tradução: «Escipión Emiliano»

Mas não é agora

 

     «Refiro-me ao facto de que uma das mais ilustres amizades que existiram no planeta Terra — amizade entre o grego Políbio e Escipião Emiliano [Escipión Emiliano] — fosse ocasionada e urdida no seu comum entusiasmo pelas caçadas» (Sobre a Caça e os Touros, José Ortega y Gasset. Tradução de José Bento. Lisboa: Edições Cotovia, 2004, 2.ª ed., p. 28).

   «“Português Cipião” chamar-se deve», lê-se nos Lusíadas. Com a lição de José Bento, devia ser «“Português Escipião” chamar-se deve». Assim terá sido alguma vez, com epêntese de e na palavra Scipião>Escipião. Mas não é assim agora.

 

[Texto 4125]

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