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Linguagista

Tradução: «luncheonette»

Porque há gente para tudo

 

 

      Ah, não foram apenas as «transacções sociais» que vieram do Brasil: «As ruas do centro estavam cheias de homens jovens que não tinham conseguido partir: homens de gravatas garridas e baratas, barrigudos aos vinte e cinco anos, mandriando pelas lanchonetes [luncheonettes] antes de regressarem às luzes fluorescentes dos escritórios» (Uma Casa no Fim do Mundo, Michael Cunningham. Tradução de Rui Pires Cabral. Lisboa: Gradiva, 2005, 5.ª ed., p. 104).

   Nunca antes tinha visto, nem sequer em traduções. É inacreditável. Bem sei que para muita gente isto é completamente normal, eu é que não me habituo.

 

[Texto 4205]

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