«Trazer a uso»

Olha o rifoneiro português

 

      Como eu ia dizendo, precisada de reedição: «Muitas vezes, tratava-se de armas usadas e pareciam ser um presente prático, para trazer ao uso» (Dentro do Segredo: Uma Viagem na Coreia do Norte, José Luís Peixoto. Lisboa: Quetzal, reimpressão de Janeiro de 2017, p. 211).

      Então não é «a uso» que se diz, que sempre se disse? Vestir a uso e comer a gosto, até se costuma dizer. Alfabeticamente, antes destoutro adágio, sem ligação, mas muito interessante: «Vi um homem que viu outro que viu o mar.» Isto fez-me lembrar a teoria, provavelmente já desmentida e confirmada dezenas de vezes, que diz que cada indivíduo no mundo está a seis graus de qualquer outra pessoa.  

 

[Texto 9440]

Helder Guégués às 17:01 | favorito
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