Um bebé é sempre um bebé

Ou é como o autor quiser?

 

      «Corria o ano de 1910 quando no dia 26 [de Agosto] ao final da tarde, nascia uma bebé pequena e frágil» (Madre Teresa de Calcutá – A Mãe dos Pobres, Cândida Santos Silva. Lisboa: Alêtheia Editores, 2017, p. 4). Na página seguinte, porém, já é um bebé: «Agnes tornou-se em poucos meses num bebé rechonchudo e de faces rosadas.» A revisora, Cinderela Bastos, é que não ajudou nada, e o livro tem escassas páginas.

 

[Texto 8964]

Helder Guégués às 18:11 | comentar | favorito
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