Uma «besta» diferente

Há sempre um que estraga tudo

 

      Durante todo o dia de ontem fui ouvindo notícias do crime (teve um brote psicótico, um «surto psicótico», é o palpite da conselheira de Educação) do aluno do Instituto Joan Fuster, em Barcelona, e sempre a pronúncia, para meu espanto, foi a correcta: uma das armas era uma besta (bèsta). Chegado o Telejornal, a voz do jornalista Pedro André Esteves quebrou o encantamento: o aluno levava uma «bêsta». Talvez não errasse se conhecesse a etimologia da palavra ou o sinónimo balesta/balestra. Ou, enfim e sobretudo, se conhecesse a língua, seu instrumento de trabalho.

 

[Texto 5777]

Helder Guégués às 12:00 | comentar | favorito
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