Uma cãibra brasileira

Não precisava

 

      «Quem não falhou foi Calmejane, que não olhou mais para trás quando decidiu arrancar e afastar-se dos seus companheiros de escapada na subida de 11,7km [sic] de La Combe de Laisia. Isto apesar de, a cinco quilómetros da meta, ter estado muito perto de colocar o pé no chão por causa de uma câimbra na sua coxa direita» («Nem uma câimbra impediu Lilian Calmejane de vencer a etapa», Jorge Miguel Matias, Público, 9.07.2017, p. 27).

      A variante câimbra, Jorge Miguel Matias, usa-se apenas no Brasil, como já vimos aqui. Se temos cãibra e cambra, não é necessário recorrer a uma brasileira.

 

[Texto 7993]

Helder Guégués às 12:18 | favorito