Verbo «pôr», depois dos últimos estertores

Quem diria!

 

      O P.e Tolentino Mendonça é consabidamente um dos mais estimáveis poetas portugueses contemporâneos, mas também crava pregos no caixão do verbo pôr que até nos faz doer a alma. «Dou dois exemplos, culturalmente distintos, mas suficientemente incisivos para nos colocar a pensar» («O céu e o inferno», «Revista E»/Expresso, 5.03.2016, p. 90).

 

[Texto 6668]

Helder Guégués às 16:50 | favorito
Etiquetas: ,